O ícone representa a adoração dos pastores e o banho do Divino Infante. Uma inscrição identifica a Mãe de Deus como Santa Maria, referindo-se à sua posição na Igreja antes de o termo Theotokos ter sido ratificado pelo Concílio de Éfeso em 431. O presépio é representado como um altar sagrado dentro de um búzio e faz lembrar a gruta da Natividade na igreja de Belém. Este último elemento encontra-se também em lembranças de peregrinos e pinturas a fresco, e está intimamente ligado à Terra Santa.